A poesia pode ter milhares de formas. Milhares de cores. Pode ser negra como o estado de espírito, verde como a vontade, dourada como a magia ou vermelha como o sangue. Pode ser lida ou cantada, lenta e erótica, veloz e arrasadora. Mas pode também não ser nada. Apaixonadamente, nada.

quarta-feira, abril 27, 2005

De um gole

Amo-te,
Sim amo-te,
Tudo isso que ouves,
De um só gole,
Uma única inspiração.
De uma só,
Com todas as letras.
A.
M.
O.
T.
E.
Ouviste?
Sim, não te minto.
Sim, juro que sim.
Por que te enganaria?
Agora,
Corre,
Despacha-te,
Estou farto
De falar
Com o espelho.

1 Comments:

Blogger Euzinha said...

Achei uma bela descrição de amor próprio... ao ler o teu poema senti k estarias a falar contigo mesmo numa tentativa de te reencontrares...
Boa sorte na busca..

12:57 da tarde

 

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